Por um monumento ao “Senhor do Adeus”

Em Lisboa uma grande manifestação popular de cariz social-democrata – exigindo que o Estado financie, estrutural e continuadamente, empresas que prestam serviços sociais – colhe o apoio fervoroso da “direita” demo-cristã ou liberal e é iradamente abominada pela “esquerda” social-democrata ou social-democrata libertária. Ao mesmo tempo José Manuel Fernandes, jornalista por uns verberado de (extrema)direita, e Vital Moreira, constitucionalista ex-comunista, recente candidato do PS de José Sócrates e próximo deste executivo, coincidem no diagnóstico sobre a perfídia da resolução governamental, a la corporativismo, da greve dos estivadores de Lisboa, o primeiro grande conflito laboral que este governo (a agora por todos dita “geringonça”) teve que resolver.

Entretanto surge a proposta de um monumento ao “Senhor do Adeus”. Mais do necessário, é obrigatório. Pois não há dúvida, precisamos da inspiração de um excêntrico.

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