O estado das artes

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O congresso do Partido Socialista diz muito sobre os fregueses presentes:

Assobia-se Francisco Assis por ser uma voz discordante, um baldas à antiga moda da voz única inspirada pelos parceiros apoiantes do governo de António Costa, ao mesmo tempo que aplaude Sócrates. Sempre bom e sem recorrer a fármacos, lembrar a cumplicidade – cumplicidade política, note-se – entre Sócrates e Costa (o último foi o sempre leal nº2 do primeiro e que vai fazendo a barrela da roupa suja do ex-chefe devagar mas sempre).

 

Mudando para outro campo artístico que almas de moral desviante quererão relacionar com o tema acima, tomo a liberdade de sugerir um livrinho sempre actual com a simples mudança das moscas, mantendo-se em permanência o monturo onde gostam de poisar:

Arte_de_Furtar,_atribuída_ao_Padre_António_Vieira,_1744

“A Arte de Furtar – Espelho de Enganos, Teatro de Verdades, Mostradores de Horas Minguadas, Gazua Geral dos Reinos de Portugal”, obra primeiramente atribuída ao Pe António Vieira , depois a uns quantos autores e mais recentemente ao também jesuíta Pe. Manuel Lopes. Quem quer que tenha escrito “A Arte de Furtar”, deixou um verdadeiro manual sobre os (maus) costumes desta gasta Pátria.

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