Graças Adeus

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O primado da fonética foi o alimento da deriva tardo-imperial portuguesa (a língua como alma de um sentimento comum; a homografia como cimento dessa alma), do aggiornamnento do projecto colonial sob roupagens democráticas – tudo isso deu no AO90 que os tais “democratas” aceitam/adoram. Para quem contacta com as grafias do português isso é interessante, sem com isso menosprezar ou ridicularizar os desvios e tropeções “fonéticos” que são muito mais do que meros erros ortográficos.

Acabo de ver nas partilhas-Facebook um que me enche de carinho. Diz uma jovem, ilustrando uma sua fotografia algo alquebrada: “Graças Adeus que me sinto melhor“.

Nada invalida, nada comprova. Apenas sublinha o quão bela é a fonética.

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