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morrissey
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Abaixo referi aquilo de ter crescido, e assim ter ficado desprovido de ídolos. É isso a idade, acho eu, o perder ídolos e ganhar interlocutores para os monólogos. Coisa do ir ficando sozinho, cada um à sua maneira.

Alguns desses são momentos, meros cruzamentos na vida, por melhores memórias que deixem. Outros são constantes, presença no quotidiano. Outros ainda são muito mais, quais aqueles amigos de sempre, esses que se reencontrados logo se recomeça como se nada de tempo tivesse passado.

Desses, os mesmo interlocutores dos meus monólogos, os que fazem a vida, Morrissey é-o há três décadas. Sempre a conversar sobre o que é importante:

Sing me to sleep / Sing me to sleep / I’m tired and I / I want to go to bed / Sing me to sleep / Sing me to sleep / And then leave me alone / Don’t try to wake me in the morning / ‘Cause I will be gone / Don’t feel bad for me / I want you to know / Deep in the cell of my heart / I will feel so glad to go / Sing me to sleep / Sing me to sleep / I don’t want to wake up / On my own anymore / Sing to me / Sing to me / I don’t want to wake up / On my own anymore / Don’t feel bad for me / I want you to know / Deep in the cell of my heart / I will feel so glad to go / There is another world / There is a better world / Well, there must be / Well, there must be / Well, there must be / Well, there must be / Well… / Bye bye / Bye bye / Bye… 

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