Rua dos Correeiros, 2016

correeiros

Porta sim, porta sim, é este tipo de tralha. Os empregados não podem escarrar para o chão, parece que os galheteiros não podem ser usados, eu não posso fumar, os copos e cálices não podem ser “lavados” por água “limpa” no “lavatório”, diz que não há colheres de pau lá nos interiores, sei lá mais o quê … mas um tipo pode abrir uma casa de pasto no centro histórico de Lisboa, dizer que é “culinária portuguesa” e afixar fotografias de “paellas” (sem sequer chamar-lhes paelhas) e, ainda por cima, botar um dístico destes.

Pós-modernismo? Ou selvajaria? Nada disso. Apenas aquilo d’isto ser uma sociedade pré-estatal.

 

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