Payet?

Aaron+Ramsey+Russia+v+Wales+Group+B+UEFA+Euro+JBH5P_ZZriol

Parece que a escolha do melhor jogador do torneio Euro-2016 foi realizado através de um algoritmo. É uma forma de nomear o MVP (jogador mais útil), algo que o basquetebol americano pratica há muito tempo, e que descarta os debates patetas sobre quem é o melhor jogador – as questiúnculas entre messianos e ronaldianos são um exemplo do ridículo e, fundamentalmente, uma mostra de como não se gosta de futebol. Como é que alguém que gosta do jogo pode apoucar o genial Messi? Ou o fabuloso CR7? Mas esta opção também sublinha um aspecto quantitativo, estatístico, tacticista se se quiser, ao jogo, descurando o que o povo da bola gosta, a “arte”, o talento puro. Depois queixem-se do estilo de jogo actual …

Vi poucos jogos (nem os de Portugal vi todos) e não posso falar com grande conhecimento. Ainda assim opino: do que vi de Payet, jogador que não conhecia, gostei – menos daquilo da final, a tradicional porrada inicial na estrela (ou avançado perigoso) adversário, essa que pode (como ele diz) não ter sido para arrumar mas que foi decerto para “por em sentido” o CR7. Como tal não acho escandalosa a escolha, embora vá ficar sempre maculada pela dita arrochada na estrela adversária em plena final.

Mas, para mim, o melhor jogador do Euro, aquele que trouxe a magia, o futebol que anima as bancadas (ainda que talvez não os actuais bancos de técnicos) foi … Aaron Ramsey, o 10 galês.

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