Aposta

praia

Fiz uma aposta assimétrica com uma amiga. Quanto daqui a algum tempo (indeterminado) num qualquer local europeu aconteça incidente ou movimento tendente ao impedimento, constante ou momentâneo, de que as mulheres frequentem as praias nos trajes de veraneio em uso habitual no continente, devido ao argumento de aquele local é (será, então) maioritariamente frequentado por residentes a quem lhes desagrada a relativa exposição pública do corpo feminino, até devido à sua religião islâmica, então ela pagar-me-á uma abundante refeição constituída por peixe, vinho e uísques, múltiplos.

Mais avanço que durante essa futura refeição eu lerei trechos destes (então já antigos) artigos: de Fatiha Daoudi;  Ilya TopperLuís Aguiar-Conraria; Sofia Amaro, Yasmin Alibhai-Brown. Depois perorarei sobre este texto de Scott Shane. E alguns outros que fazem parte da “cultural geral” para quem se interessa sobre estas coisas do “ir a banhos”. Estou certo que essas leituras e perorações incrementarão a velocidade com que ela, a pagadora, mandará vir mais garrafas para a mesa, procurando entremelar-me a mui justa língua.

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