Um nome

Andava eu no final da minha adolescência, começavam os 1980s, eram tempos em que ainda havia o longínquo, uma cunhada minha foi a Londres e perguntou-me o que eu queria lá daquele tão mítico longe. Porque eu lhe pedi trouxe-me o “Electric Ladyland”, que por maior que seja eu ouvi apenas durante aqueles tempos de então, e o “Berlin”, que ficou o disco da minha vida. Um dia, vinte anos depois, tive uma filha, neta da avó Carolina … E estará na idade de ela saber da razão daquela minha opção, o nome do amor infindo.

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