O racismo

ancara_turquia

O racismo vive de entidades fluídas, as “raças” variam segundo o momento. Ou seja, são entidades políticas, definem-se não por questões físicas mas por critérios vindos de associações conjunturais. Vê-se agora nisto, no cuidado respeitador de não mostrarmos, nos nossos jornais, nos nossos murais das “redes sociais”, nós, os “europeus”, os “nossos” quando cadáveres vítimas do terrorismo islâmico, em Nice, Paris, Berlim, etc. E em nem hesitarmos em partilhar a morte de um mero eslavo lá em Ancara. Em não mostrarmos os terroristas quando abatem os “nossos”, para lhes reduzirmos o impacto do martírio, enquanto tanto replicamos o dedo em riste, o “Alá é o maior” do assassino do mísero eslavo em Ancara.

As pessoas, vocês mesmo, são um nojo! Tenham uma merda de Natal, bem sofrido, que bem o merecem.

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