Nos jornais

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A crise política nota-se mesmo nestas polémicas sobre os que têm acesso à palavra pública. Primeiro a crítica dos Grandes Opinadores (MST e jpp) àquilo de nós, neo-ignorantes, botarmos as nossas ideias nem internet, sem respeito pelos mais sábios. Depois esta coisa dos jornais “de referência” dispensarem os seus cronistas de “preferência” (1º o DN, agora o Público). Por um lado é bom isso, os jornais têm colunistas a mais (“achismo”, ainda que diplomado, em demasia) e quase nada de reportagem (o velho jornalismo). Futebol distrital, ciclismo, basquete, golfe em vez da bola histérica são nichos abandonados; páginas internacionais são paupérrimas; assuntos nacionais para além dos “Passos Perdidos” e “Terreiro do Paço” também. Ecologia, efemérides, de facto de a a z idem. A “cultura” é um nicho, escrito em patois de sub-academia, em clientelismos muito mais ferozes do que os políticos [já notaram como os péssimos romances dos colunistas ex-jornalistas são tão louvados?]- O “povo” não quer ler sobre isso? Se calhar. Mas os jornais não experimentam, desistem disso.

Entretanto eu há meses subscrevi o “Observador” por email, o sumário das novas ali. Sem reparar como passei agora a receber o do director do “Público”. Noto, com a polémica d’agora, que o director de um passou a ser o do outro. Levou o “rol de endereços”, à “má-fila”? Ou o “Observador” abocanhou o jornal de “referência”? Se assim foi é interessante, os botadores da internet a conquistarem os do papel. MST e jpp que se cuidem …

 

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