Rómulo de Carvalho

rom

Os jornais noticiaram que passaram vinte anos sobre a morte de Rómulo de Carvalho (o poeta António Gedeão). Uns dias depois descubro aqui em casa, entre-estantes, este “História da Electricidade Estática” (2ª edição de 1973, a original de 1954). É o único que me resta – os outros passei-os às gerações mais novas – dos livros daquela colecção de que foi autor, “Ciência para Gente Nova“. Deu-mos o meu pai, todos por junto, em Janeiro de 1978 aos meus 13 anos (História do Átomo, História da Radioactividade, História dos Isótopos e este). Foram os meus primeiros livros de divulgação científica, e se não me conduziram para a área das ciências naturais, como o meu pai engenheiro ali terá procurado induzir, deram-me um enorme prazer. Tanto que ainda me lembro, não só de os ler como até de os receber.

Nunca lhe li a poesia. Mas deve ter sido fantástico tê-lo como professor. Muito provavelmente hoje, sessenta anos depois da sua edição, os livros estarão desactualizados. E os nossos mais-novos tão mergulhados no consumo (e produção) da imagem em movimento que não se sentirão atraídos (nem informados) por estes pequenos livros de bolso. Mas foram uma maravilha. Bela memória.

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