Querer tudo

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(Adão e Eva no Jardim do Eden, Brueghel [Velho])

Acho que isto vem a propósito, nos dias que correm, ainda que complique um bocado o voluntarismo (utópico pois tendencialmente absolutizador) invectivador : “Porventura nada custou mais caro à humanidade que as suas utopias e entre elas, a utopia das utopias, a do Paraíso. Mas esse sonho de absoluto, fonte de horror, é o único que sem cessar extrai os homens da sua original inumanidade.” (Eduardo Lourenço, “O avesso do paraíso”, A Morte de Colombo. Metamorfose e Fim do Ocidente como Mito, Gradiva 2005 (o artigo é de 1992), p. 33).

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